Pela dignidade no <i>Tivoli</i>
Para reclamarem «respeito pela nossa dignidade», trabalhadores dos hotéis Tivoliz e o Sindicato da Hotelaria do Sul realizaram uma jornada de luta, na quinta e na sexta-feira, frente à unidade-sede do grupo, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Durante a hora de almoço, foram distribuídos folhetos a clientes e transeuntes, denunciando, em Português e Inglês, «a arrogância e prepotência da administração» e «a repressão psicológica, perseguição, intimidação» de trabalhadores, «para que estes exerçam funções que não são as suas».
Representantes sindicais e da Comissão de Trabalhadores explicaram, no local, que os problemas começaram desde que «o BES trocou o administrador-delegado, há dois ou três anos», mudando também a administração dos hotéis. Procurando «engrandecer o valor imobiliário», foram extintos postos de trabalho, o que agrava as condições laborais, enquanto o recurso a empresas de trabalho temporário tem servido para aumentar a instabilidade e o mau ambiente no serviço. «Há trabalhadores lá dentro a chorar, por não virem também para aqui, connosco, com medo de represálias», contou o presidente do sindicato, Rodolfo Caseiro.
Uma delegação da Direcção Regional de Lisboa do PCP, que ali prestou solidariedade no dia 5, adiantou que o problema vai ser levantado no Parlamento pelos deputados comunistas.
Representantes sindicais e da Comissão de Trabalhadores explicaram, no local, que os problemas começaram desde que «o BES trocou o administrador-delegado, há dois ou três anos», mudando também a administração dos hotéis. Procurando «engrandecer o valor imobiliário», foram extintos postos de trabalho, o que agrava as condições laborais, enquanto o recurso a empresas de trabalho temporário tem servido para aumentar a instabilidade e o mau ambiente no serviço. «Há trabalhadores lá dentro a chorar, por não virem também para aqui, connosco, com medo de represálias», contou o presidente do sindicato, Rodolfo Caseiro.
Uma delegação da Direcção Regional de Lisboa do PCP, que ali prestou solidariedade no dia 5, adiantou que o problema vai ser levantado no Parlamento pelos deputados comunistas.